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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A necessidade que temos de expor nossos defeitos

A ciência de nossos defeitos e falhas é dolorosa. Muitas vezes os escondemos, mas temos, sempre, o impulso de os escancararmos aos ventos. Pois assim nos livramos de uma parte da culpa, que as pessoas assim nos veem e podem saber o que nos limita, e podem não nos culpar tanto.

Eu conheço vários dos meus defeitos, desconheço outros, e me preocupo sempre.

Sexo livre e o (não) ápice da vida

Às vezes me parece que quero que minha vida seja algum tipo de conto erótico muito elaborado, ou alguma história dessas que partem de um devaneio de uma pessoa jovem sem muita preocupação em mente.

Com um modus operandi que segue o amor livre e o sexo livre, é preciso manter a atenção para os sentimentos. É fácil se deixar levar pelos devaneios de satisfação sexual, que é uma coisa que todo mundo quer, e que (por sexo ser uma coisa restrita a tantas pessoas, muitos freiam seus impulsos sexuais de acordo com regras sociais e do superego) parece ser a libertação suprema das limitações sociais.

Você se relaciona sexualmente com várias pessoas, sem culpa, com possibilidades de encontros múltiplos. Isso parece ser o ápice da vida. Mas não é. O sexo livre só será o ápice da vida se a vida estiver em seu ápice: responsabilidade, amor, companheirismo, coração verdadeiramente aberto.